10.7.10

abre-te sésamo

te fiz um poema e escondi
em quarenta poros de minha pele
de modo que brinquem seus dedos
por muito tempo de ali babá.


não te prometo nada.
é só por hoje que sei o presente de ti.
sem esperanças...
é desesperançadamente livre do antes e do depois.
posso até combinar contigo atos futuros.
sem garantias.
se o futuro chegar presente
acordamo-nos novamente e
seguimos adiante...

Um comentário:

Rodrigo Nazca disse...

esperanças são para os que esperam...

Para os que vivem, viver basta...

E o presente é celebrado agora.

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as definições, as conceituações, me entram, como se diz, por um ouvido e saem pelo outro... sou.