7.11.09

livre para decidir

ou para quem ainda vier a me amar...


"Declaração do amante anarquista:
 porque eu te amo,
tu não precisas de mim.
Porque tu me amas, eu não preciso de ti.
No amor, jamais nos deixaremos completar.
Somos, um para o outro...
deliciosamente desnecessários."
"Eu faço as minhas coisas e você faz as suas.
Não estou neste mundo para satisfazer às suas expectativas e você
não está neste mundo para viver conforme as minhas.
Você é você, eu sou eu. E se por acaso nos encontrarmos será maravilhoso.
E se não, não há nada a fazer."
"se eu faço unicamente o meu
e tu o teu
corremos o risco de perdermos
um ao outro e a nós mesmos
não estou neste mundo para preencher tuas expectativas
mas estou no mundo para me confirmar a ti
somos plenamente nós mesmos
somente em relação um ao outro
eu não te encontro por acaso
te encontro mediante uma vida atenta
em lugar de permitir que as coisas
me aconteçam passivamente
posso agir intencionalmente
para que aconteçam
devo começar comigo mesmo,
verdade,
mas não devo terminar aí:
a verdade começa a dois."

É O AMOR, NÃO A VIDA, O CONTRÁRIO DA MORTE.


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